Costumamos perder cerca de 100 fios de cabelo por dia devido ao processo natural de queda e renovação capilar. Por esse motivo, não se deve levar em consideração a quantidade de fios que ficam no pente, pois estes podem ser os fios da queda diária que se acumularam ao longo do comprimento do cabelo. Um caso de queda excessiva é identificado pela presença de áreas com menos cabelo, comumente chamadas de falhas.
O que causa a queda capilar?
A falta de minerais como o zinco e de vitaminas como a vitamina C, vitamina D e vitamina A pode agravar a queda, pois estão relacionados à manutenção da saúde do couro cabeludo, à hidratação e à estrutura dos fios.
Contudo, existem condições que propiciam a queda capilar, como a alopécia androgenética (calvície) e o eflúvio telógeno.
Eflúvio telógeno:
Essa condição é caracterizada pelo aumento da queda de cabelo após um evento de alto estresse, como uma cirurgia complexa ou uma doença prolongada. Esse tipo de queda normalmente ocorre três meses após o evento e é autolimitado, ou seja, possui uma duração pré-determinada de cerca de quatro meses.
Alopécia androgenética:
Normalmente chamada de calvície, essa síndrome causa a interrupção do ciclo de crescimento capilar e, consequentemente, a perda de cabelo. Trata-se de uma predisposição genética e hormonal que afeta principalmente homens, mas mulheres também podem ser afetadas.
Como tratar?
Apesar do eflúvio telógeno ter uma duração limitada, é possível diminuir o impacto por meio da administração de estimuladores de crescimento e investigação para descartar a presença de alguma doença subjacente.
Ao contrário do eflúvio, a calvície não possui cura, mas existem tratamentos que podem retardar seu avanço e estimular o crescimento e o fortalecimento dos fios.
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